
sexta-feira, 22 de maio de 2009

Eu fiz da noite um cemitério,
gélido apesar do calor!!!
Tormentos, inferno nos meus pensamentos...
Enchentes de tristeza!!!
Adultérios homens!!!
Mortos em decisões,
Pernas esquartejadas pela violência,
Dormência que não tem fim.
Anjo das trevas de asas negras,
Pesadelos sórdidos e mentiras,
O relógio torto da igreja anuncia a morte,
Meus sentimentos definham pelo tempo..
Tempo que não tenho agora de ressurgir
Sobre as águas turvas da noite...
Noite!!! Mar revolto... escuridão SEM FIM...
quinta-feira, 21 de maio de 2009

Das trevas nasce a melancolia
Da alegria nasce a agonia
Do amor surge a dor
Da ilusão decepção
Você é minha querida solidão
Você é a luz em minhas trevas
Minha querida solidão
Da vida surge a morte
Do meu amor por você
Surge a rejeição
Surge minha solidão
Só vivo para sua vida alegrar
Queria ser para você
Tudo que se possa desejar
Não queria ser para você
Tudo que se possa rejeitar
Do amor surge a dor
Do sofrimento de minha alma
Do sofrimento de meu amor
Não posso ter mais calma
Não posso viver da dor
Não posso viver sem amor
Não posso viver da dor...

"Estou sozinho... desolado em meu mundo totalmente isolado
Aguardo minha morte para enfim descansar..
Para assim conseguir parar de chorar no meu quarto escuro e pequeno eu respiro.. pensando em você todas as noites..
Todos os dias
A noite me aguarda lá fora..
Ee a solidão me puxa para dentro estou aqui deitado..
Com um rosto sem expressão paralisado pelo medo e pela solidão
Guardo aqui dentro as minhas lágrimas..
De um coração magoado,
Cheio de vida para te amar mas breve a morrer e assim descansar
Páginas rasgadas...
Amassadas...
Um coração sobre lágrimas..
Pulso ferido..
Solidão e dor
A vida saindo por um corte profundo onde a minha vida..
Só a mente tem a certeza que lá fora terá vida..
E aqui só a tristeza"

Entre quatro frias paredes
Cela solitária
Aqui apenas mais jovens corpos
Unidos não só pela dor
Mas pelo querer
Ser livre era ser morto
Viver calado
Para nós não é vida
Sobrevivência para muitos
Para os fracos
Surdo pelos gritos
Um querer de respostas
Entre a dor e o sangue
Durante choques
Por toda a fase de temporal
Aqui no céu
Que chorava por seus filhos
Mortos, esquecidos, sumidos
Durante toda a minha estada no inferno
Lutei pela vida
Não apenas por ela
Eu queria poder voar
Mas queriam cortar minhas asas
Por isso esse pássaro morreu
Como muitos
Mas a liberdade brotou por nossas mãos
No escuro jardim do Brasil
Em troca de muitas vidas
Depois da chuva vermelha
Mas há ainda hoje
Os anjos que choram
Por que as marcas são profundas
E nunca serão esquecidas

Estou numa noite fria, noite negra, sei que preciso me alimentar, e enquanto caço, e ouço os gritos, tento beber sem nunca pensar Pesadelos enquanto durmo, com as pessoas que já matei, em nome de minha fome, o sangue. Parar? Não acham que eu já não tentei? Cruzes e espadas, esperando para nos matar, em nome de um Deus Ebreu, que morreu para nos salvar, não sei se choro, não sei se grito, eu já não sei no que acredito, apenas fico aqui esperando, imerso nessa escuridão. E eu espreitando, nessa noite escura, que quanto mais fria, mais perdura, esperando nessa terra insana, caçando de noite como um animal, esperando o fim dessa guerra, que perdura entre o bem e o mal. Estou, numa noite fria, noite negra, um manto que por mais que sujo, ele me aconchega, pois sou o filho das trevas, e ela é uma mãe que não me renega. Lutando em meio desta não- vida, esperando alguém para me salvar, talvez a cruz e a espada, possam com minha dor acabar. Amaldiçôo minha existência, maldita minha vida Imortal, não, não peço a sua clemência, apenas aguardo-a até o final.

Por vezes a vida enche-nos de tanta tristeza, tanta mágoa, tanta incerteza...
Muitas vezes adormeço a chorar, na esperança que no dia seguinte, quando acordar,
Tudo tenha sido um pesadelo que acabou com o despertar, que não tenha mais que chorar,
Mas isso nunca acontece, e esta maldita dor, nunca desaparece...

Lembro da última vez que dormi, foram 14 horas ininterruptas.
E numa manhã de segunda-feira acordei tão disposto e de bom humor quanto quando era uma criança
Contente, feliz e sorridente, nadando na inocência do mundo que via com olhos ingênuos da infância.
Agora, os dias mais empolgantes que posso prestigiar, me parecem pouco alegre ao ter relapsos desse raro momento de sono,
De um desligamento total do meu corpo, das minhas preocupações e ansiedades. Naveguei numa escuridão tão acolhedora em meus pequenos flash's de sonhos, Rápidos momentos de minha alma fora de meu corpo, um rápido passeio a escuridão do nada,
Comparada a noite cintilante de céu negro, sem se quer ver um rastro de estrelas, mas eu tinha a lua no meio dessa cegueira,
Que com seu brilho fantástico iluminava meu caminho em meio a sonhos surreais, Posso dizer até que, quase presenciei.
É essa a mágica de um sonho incrível, provocar um questionamento em nossas mentes,
Nos deixando pensativos, tentando entender, distinguir o sonho do real.
Que mente repleta de viagens, de sonhos, mesmo sabendo que posso nunca alcançá-los,
Nunca sentir o aroma instigante da conquista deles... sonhos fora do comum. Coisas que não completam nenhum quebra-cabeças, que não definem nenhum esteriótipo que todos me rotulam.
Pois eu imagino exergando-me nos olhos das pessoas e, portanto, moldando-me para ajeitar-me em suas pequenas tolerâncias, antecipadas ao julgamento sempre precoce, denominado injusto !
Politicamente correto para fecharem a cerca de suas mentes vazias.
Deve ser essa indignação, que no meio de tanta criação do meu mundo solitário, que me tiram o sono, impedindo-me de ter um descanso mental.
Mesmo agora, cansado, com os olhos pesados...
Bom, isso pra mim não é sinal de sono; meu corpo fadigando ao beliscar o extremo de seu limite.
Daqui a pouco a rotina bate no relógio, a luz do sol interrompe a escuridão do meu cantinho, silencioso, também atrapalhado pelos barulhos da cidade populosa que me cerca, e que nesses momentos de quietude parecem que nem existem tantas pessoas em minha volta e pertos.
Mais uma prova de meus sonhos acordado que pousam numa pequena casinha no meio de uma floresta gelada, onde o inverno é predominante...
O frio me abraça loucamente...

Sangue puro penetrante em injustiça. Aquela cena esplêndida não me sai da cabeça, mas não terei essa visão comentendo-a, mesmo agora que a curiosidade é grande. O sono eterno, futuro ato antecipado pela "dor", vermelho enxaguando meu corpo, visão escurecendo. Apreciação generalizada: corda rondando meu pescoço; lâmina lambendo meu pulso; a parede manchada com a mente... agora morta !; o penhasco fazendo-me escorregar, levando a brisa refrescante, zombando das minhas lembranças, rápidas nesse/naquele momento de (des)amparo sentimental. A calma, essa tranquilidade intensa, que agora digo, tornando-se real, porém questão de segundos é o suficiente para alavancar a interrupção do conforto. Passado obscuro, estou revivendo-o; talvez querendo vivê-lo ao invés de apenas imaginar. A escuridão sempre esteve comigo, retorcendo-me-a no enrolar das cobertas, participando dos meus pesadelos, real transpiração pós-susto. Isso raramente, ou até mesmo nas mínimas horas que beijo o lado negro da vida, minha sonolência.

Disfarce ausente Melancolia pousando tragicamente na máscara do ser humano Dor perfurando o coração Pensamentos longe da realidade Saudosa nostalgia destruídora O suicídio Os cortes O sangue procurando o chão... o passado ! A fuga das lágrimas Mantendo olhos secos Seco está meu coração Manifestação da saudade Grito por liberdade Tortura buscando vivacidade Amparo tido Distância repugnante Minunciosas atitudes Descontentamento diário Caloroso coração subestimado Congelamento do bom senso Ignorando a tolerância Perfuração do ego Concretize-se inédito jeito de ser Busque saída e distrações Expulsão de pensamentos indignos Suave ar Porta da Esperança... Encostada !
terça-feira, 12 de maio de 2009
A Vida de uma Aguia

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.
Chega a viver 70 anos. Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com: As unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva.
Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
Filhos da Dor

Crescemos brincado no parque da agonia
E amadurecemos na desistencia de nossos sonhos
Vivemos em cenario de ruina e trevas
E com os lábios costurados, rimos falsamente
Confinados em pesadelos reais
O verdadeiro desejo de viver não me satisfaz
Mas ainda continuarei caindo no abismo da vida
Protegido pelos braços da dor forte
´´´´´´´´´´´´´o77¶øo7¶7´´´´´´´´´´
´´´
´´´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´´o¶o¢ø
´´´´´´´´´´´´´´¶¶øøøo´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´o¶o$øøø´´´´´´´´´´´´
´´´
´´´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´7ø77o$´
´´´´´´´´´´´´´´ø¶¶¶´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´´¶¶$¶´´´´´´´´´´´´´´
´´´
´´´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´´¶øø¶´
´´´´´´´´´´´´´´¶¢¶¶´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´´¶¢$¶´´´´´´´´´´´´´´
´´´
´´´´´´´´´´´
´´´´´´´´´´´´´ø¶o¶¶¢
´ø¶¶¶¶´´´´´´´ø¶7¶¶$´´´´´´´´
´¶¶$¶¶´´´´´´´$¶o¶$$´´´´´´´´´´´´´
´¶¶
´¶¶øø¶¶´´´´
´ø¶$ø$¶¢´´´´´$¶oø¶¶
´1¶¶øø¶¶o´´´´oøo¶¶¶´´´´´´$¶
´´¶¶øøø¶¶¶¶¶¶$øo$ø¶´´´´´ø¶7´ø¶´´
´´´
´´´ø¶$$¶´´´
´´´´¶¶$¶¶´´´´¶¶$¶¶¶
´´´´´¶¶$¶o´´´1777177¢o1´´´´
´´´´´´¶ø¶¶´´77´´o´´´´´´´´´¶¶´´´´
´´´
´´´´´´¶øø¶¢
´´´´´1¶øø¶¶´¶¶¶¶¶¶¶¶
´´´´7¶¶ø$¶´´oøøø¶¶¶¶´´´7´¶o´
´´´o¶¶øø¶¶´´øø´´´´´´´´1ø$¶¶o´´´´
´´1¶
´´¶¶øøø¶ø´´´
´ø¶$øø$¶´´´´17´´7´´´
´¶¶øøø$¶´´´´´o1´o´11´´´´´´´´
´¶¶øøøø¶ø´´´´´´´1´´´´´´´´´´´´7¶´
´¶¶ø
´¶¶øøøøøøøøø
´ø¶¶øøøøøøø$$¢ø$¶1¶$
´´ø¶¶¶$øøøø$øø¶¢¶oø$$$ø$´o¶¶
´´´´$¶¶¶¶¶¶$¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶¶´´´
terça-feira, 5 de maio de 2009

Busquei compreensão na vida...
Pena...
Nada ela podia me ensinar...
Agora penso em buscar na morte...
que a vida tão inexacta, tão sem nexo...
Não me quer ensinar nada...
A morte dor de quem ama...
Alivio de quem sofre...
Será que ela...
Que vem a muitos como uma bela dama poderá a mim compreender e me ensinar a compreensão do mundo???
talvez sim... talvez não...
Mas neste momento me pergunto
Como em tantos outros será que me custaria mesmo tão caro ter está certeza???
