
Mãos de sangue, profundo corte, é assim que seu pulso grita.
Sobre Folhas sujas escritas por uma caneta antiga, acompanhada de Flores mortas e frias.
No quarto isolado nada mais tem vida.
Sorriso e felicidade não fazem mais companhia, nem a luz da lua representa uma vida.
Paralisado e atormentado o poeta lê suas antigas escritas, acompanhado somente pela melodia da sua agonia.
Com lágrimas nos olhos, ele lê as últimas frases da sua melhor poesia.
Marcas no corpo representando a triste despedida
Anjos e Demônios lutando para conseguirem o que restou da sua vida.
Olhos brancos, lágrimas negras
Lendo o que mais te traz agonia.
É o triste fim, de uma vida de poesias.
