terça-feira, 28 de abril de 2009

A Escuridão


Adormecido em minha comiseração Envolto pelo meu desencanto Vejo as almas ainda perdidas, sozinhas Esvaindo-se de aleive Desperto de minha agonia Venho despido de altivez e falsidade As hrs se vão e os dias se passam, atravessam A realidade e caem Poucos vivem Percorrem os caminhos densos da dor Sustentam-se de aparências Saboreiam a exencia do orbe Regressam, ou sorvam o calice amargo da dor E como esperar a nudez de um amanhecer cinzento Na esfinge de emoção sobre meu sepulcro Não basta abrir o coração Não é bastante não ver Para contemplar os jardins frios e tristes É preciso tbm não ter amor nenhum Sem amor não há sentimentos Apenas existem ideias Há só uma porta fechada, e todo o mundo la fora E um sonho do que se poderia ver se a porta abrisse Mas que nunca é o que se espera quando se abre a porta Sinto-me morrer Somos produtos de um erro Há tanta vida, dor e mentiras la fora Transes de morte por fim nos esperam Já não sabemos se a contraimos ou se ela a nós