quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sou como uma névoa perdida na escuridão da noite fria e chuvosa, Cai chuva sabre mim,
Chuva negra e gélida, que congela meu coração,

Coração que outrora avia sido aquecido com o amor,

Sentimento inserto que só causa o sofrer da carne e alma,

Fazendo-me derramar lagrimas melancólicas,

Com o sangrar do meu coração que agora é negro,

Fazendo-me vagando sem saber de onde venho nem para onde hei de ir.

Sou o brilho escarlate nos olhos misteriosos do lobo,
O qual espreita os que cruzam seu caminho.

Sou uma alma perdida e sem vida em meio às trevas eternas,

Onde nem o sol nem seu calor podem tocar-me novamente.

Morto para o mundo,

Vive sob o manto da noite escura.

Sou um forasteiro solitário vagando por terras virgens,

Na esperança de encontrar-te uma noite,

Uma vez mais...